domingo, 4 de novembro de 2012

Currículo, projetos e tecnologias


Participei de um trabalho no curso PROINFO onde  o  estudo centrou-se no   tema currículo, projetos e tecnologias . Participei do grupo que contempla um pouco da história das tecnologias na escola pública brasileira.

 A utilização da tecnologia nas escolas iniciou-se no final dos  anos 80, com projetos pilotos em escolas onde ocorriam algumas experiências com computadores em atividades disciplinares e extras curriculares e que ocorriam em contra turnos . Era possível observar que essas   práticas se baseavam nas abordagens instrucionista e  construcionista.

Na abordagem Instrucionista,  o computador é usado somente para transmitir informações aos alunos,  como manuais, exercícios de múltipla escolha.        O computador funcionava como máquina de ensinar.
Na perspectiva da abordagem Construcionista, o aluno usa o computador para construir conhecimentos, usando a criatividade, ele  é  agente construtor do saber, aquele que levanta hipóteses, testa e cria . O educador é mediador que, através do diálogo, conduz  o aluno a pensar sobre o objeto de estudo, indagar  sobre o que está ocorrendo e o que ele pensa que vai ocorrer,  propor diante de situações novas comparações com situações conhecidas, orientar o aluno para busca de informações nas mais variadas fontes e o papel da escola é trabalhar com o conhecimento cientifico, de forma que o aluno desenvolva o novo patamar do conhecimento sistematizado.
O uso das tecnologias nas mais diferentes situações tem implicado em transformações no contexto educacional. Não podemos negar que se configurou um novo cenário para processo de ensino e aprendizagem na escola. Essas inovações trouxeram á tona novas formas de interação potencializadas pelas mídias e principalmente, pela Internet, que se caracterizam pela composição de uma cultura  alimentada  por linguagens e gêneros digitais.
Nesse sentido, é evidente a necessidade da inserção e a integração das mídias ao currículo no âmbito escolar. Ainda destacamos a importância da formação de novos espaços de interação e as novas formas de ensinar e aprender  associadas às diversas possibilidades de trabalharmos com as tecnologias  e mídias na sala de aula, o que implica em flexibilidade do currículo. Esses instrumentos de aprendizagem  devem estar inseridos  ao currículo escolar com o objetivo de fortalecer o processo educativo e, consequentemente, a promoção para uma sociedade digitalizada e democrática.

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